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Paris é uma unanimidade entre os turistas. Cidade encantadora, onde a arquitetura medieval se mescla perfeitamente com as facilidades da vida moderna.

Certamente uma das dificuldades ao elaborar um roteiro por Paris é justamente a imensidão de atrações imperdíveis na cidade.

Pensando em como auxiliar nossos leitores que pretendem conhecer a cidade Luz, vamos relatar como dividimos nossos passeios em nossa última passagem por Paris no início do ano.

Na época em que fomos, tínhamos interesse em outros destinos na Europa além de Paris, por isso não conseguimos reservar mais do que 4 noites para conhecermos a cidade.

Imaginávamos que ia ser uma estadia muito pequena para desbravar uma cidade tão interessante, contudo, ao final de nossa viagem, julgamos ter sido o tempo ideal para conhecermos as principais atrações da cidade, sem correria, e ainda com tempo de sobra para “nos perdemos” pelas belas ruas da cidade.

Pois bem, vamos ao que interessa, como organizamos nosso roteiro:

1º DIA:

Chegamos à Paris de trem, pois vínhamos da Bélgica. Apesar de já termos estudado o mapa e a localização do hotel reservado, ao chegar na Estação Gare du Lyon, ficamos um pouco receosos e confirmamos que metrô nos levaria ao ponto mais próximo do nosso hotel.

O Hotel Campanile (clique aqui) ficava em um lugar estratégico, entre a Place de la Republiqué e a Place de la Bastille, logo conseguimos já no primeiro dia conhecer todo o entorno dessas duas praças. Achamos o local tranquilo, bem típico, com muitos cafés e restaurantes.

Além disso, a facilidade com que encontramos estações de metrô na região (Chemin Vert e Bréguet-Sabin) facilitou muito nossa locomoção para as outras regiões da cidade.

Nesse primeiro dia, além de conhecer rapidamente a região do hotel, fomos ainda pela manhã a um dos lugares que eu mais queria conhecer em Paris, o Museu do Louvre.

Como o dia estava chuvoso resolvemos parar na estação de metrô Palais Royal/Musée du Louvre que dá acesso à entrada subterrânea do Louvre, o que foi uma ótima ideia, não só porque fugimos da chuva, mas porque evitamos a imensa fila que se formava ao redor da famosa pirâmide de vidro.

Ainda que com uma fila bem menor do que a da entrada principal, ficamos cerca de 40 minutos até conseguirmos ingressar no Museu.

Confesso que a visita superou e muito as minhas já grandes expectativas. O museu é muito mais do que eu imaginava, e certamente para conhecer e apreciar tantas obras de tamanha valia para a história da humanidade é necessário meses e talvez anos. Não conseguimos visitar nem 10% do museu, mas tínhamos feito uma lista do que tínhamos maior curiosidade. Concluímos nossa lista, mas para tanto ficamos cerca de 3 horas caminhando pelas incontáveis galerias do Louvre.

Saímos de lá encantados com tudo o que vimos, mas bastante cansados da longa caminhada pelo Museu. Contudo ainda tivemos fôlego para seguir de metrô até a Champs Elysees de onde já avistávamos o imponente Arco do Triunfo. Por ali também encontramos deliciosos cafés onde pudemos recarregar as energias.

O dia já estava indo embora, mas resolvemos aproveitar para ver a Torre Eiffel iluminada. Paramos na estação mais próxima, chamada de Trocadéro, de onde lá do alto conseguimos admirar a beleza inigualável da Torre iluminada na noite Parisiense. Era o auge do inverno europeu, mas ao avistá-la esquecemos do frio e a chuva e ficamos um bom tempo admirando e claro registrando com muitas fotos daquele momento mágico.


Ainda na volta para o hotel, depois de um dia de tantas emoções, conseguimos saborear um típico crepe francês em uma das barraquinhas de Natal que ainda enfeitavam a cidade.

2º DIA:

No segundo dia, literalmente madrugamos, ainda estava escuro quando saímos para tomar café da manhã, e confesso que este já foi uma atração à parte. Nas proximidades do hotel encontramos um restaurante que servia o típico café da manhã francês – brioches e croissants fizeram nossa alegria matinal.

Dali seguimos de metrô para a Catedral de Notre-Dame. Paramos na estação mais próxima, de onde já pudemos admirar a beleza do Rio Sena e registrar lindas fotos às margens do famoso rio.

Chegamos na Catedral, depois de termos desviado muitas vezes nosso trajeto nas inúmeras lojas de souvenires que há na região. Ali pudemos garantir as lembrancinhas de Paris.

Pois bem, quando chegamos na Notre-Dame estavam celebrando uma missa, da qual assistimos parte. Depois de conhecer o interior da Igreja, nossa ideia era subirmos os degraus até a sua torre. O acesso à escadaria se dá por uma entrada lateral da Catedral, mas para nossa decepção a fila de turistas era interminável e desistimos logo depois de saber que o tempo médio de espera era de 2 horas o que inviabilizaria parte de nosso cronograma.


Confesso que na hora fiquei bastante triste, pois era algo que eu queria ter feito, contudo tínhamos outra opção de Igreja a poucas quadras dali, a Igreja de Saint Chapelle.

Para ingressar nessa Igreja também havia fila, mas não esperamos mais de 30 minutos para toda a minha decepção ser esquecida. Sem dúvidas em toda a nossa viagem esta foi a Igreja mais bela que visitamos. Parte da Igreja estava em restauração, o que é muito comum em toda a Europa, mas nada ofuscou a magnitude e beleza dos vitrais e da arquitetura dessa Igreja. Ela me encantou tanto que em uma próxima visita à capital Francesa, certamente irei voltar para vê-la novamente.

Ao sairmos da Igreja logo do outro lado da rua avistamos o Café Les Deux Palais, onde fizemos nossa parada para almoço. Amei tudo nesse restaurante, desde o atendimento até os deliciosos pratos que degustamos. Não lembro o valor, mas posso afirmar que eram preços justos.

Seguindo com o cronograma, de metrô fomos até o bairro Marais e dali seguimos passeando pelas charmosas ruas do bairro até o Jardim de Luxemburgo. Esse é considerado o maior parque público da cidade. Ali é possível descansar e apreciar o lindo e imenso jardim nos arredores do Palácio de Luxemburgo, além da linda construção do século XVIII, hoje no Palácio funciona a sede do Senado da França. E ainda, ao lado direito do Palácio em meio ao verde do Jardim encontra-se a Fontaine de Médicis, uma linda fonte que vale a visita e muitas fotos.


Após conhecer e apreciar a beleza do Jardim de Luxemburgo, partimos para nosso próximo destino – Museu de Orsay. O museu não fica tão próximo ao Jardim de Luxemburgo, mas utilizando o metrô não perdemos mais de 20min no trajeto.

Após a visita ao museu de Orsay, atravessamos o Rio Sena em direção à Champs Elysees, e lá tivemos o privilégio de registrar o sol se pondo com um céu em degrade e ao fundo nada menos que o Arco do Triunfo. Digno da cidade Luz!

Passeamos pela Champs Elysees, sem pressa. E ao final nos presenteamos com uma degustação na Ladurée! Não deixe de provar os maravilhosos macarons da Ladurée. Entre todos os que provamos, sem dúvida foi o que mais deixou saudades!!!

3º DIA:

Acordamos cedo decididos a subir a Torre Eiffel, e nos dirigimos antes do sol nascer (8h, no inverno o sol não aparece antes disso) para a Torre Eiffel. Já havia uma pequena fila no local, mas enquanto aguardávamos a abertura da Torre para visitação, apreciamos sua imponência e aproveitamos para fazermos algumas fotos.

Logo chegou nossa vez, contudo em razão da visibilidade não estar muito boa naquele dia (estava um pouco nublado), não foi possível subirmos até o topo da Torre. Mas nos divertimos igualmente, pois só assim descobrirmos que no primeiro nível havia uma pista de patinação no gelo. Foi incrível patinar na Torre Eiffel!!!!


Depois de muita diversão e lindas fotos na Torre, seguimos para o bairro Montmartre, onde se situa o famoso Moulin Rouge. Conhecemos a casa e depois seguimos andando pelas tradicionais ruelas do bairro, onde passamos pela Praça de Abesses, onde fica o Muro do Eu Te Amo (Le Mur des Je t’Aime). O local é bonito, mas nada mais é do que uma parede onde a frase “Eu te Amo” está escrita em mais de 300 idiomas.

Seguimos até a suntuosa, e realmente linda, Catedral Sacré-Cour. O prédio é de fato muito bonito, com sua grandiosa cúpula que dizem ser o segundo ponto mais alto de Paris, atrás apenas da Torre Eiffel. É possível subir de teleférico até a Sacré-cour, direto da estação Abbesses até a escadaria da Catedral. Mas nós optamos por subir caminhando. Lá do alto da escadaria também é possível apreciar uma bela vista de Paris.

A única preocupação nessa região é que no caminho há grande número de vendedores ambulantes que tentam interpelar os turistas o tempo todo. Nosso conselho é não conversar com eles, pois vimos alguns turistas bastante enrolados pela lábia dos ambulantes.

Seguimos caminhando pela lateral da Igreja, onde há inúmeras lojinhas de Souvenires e onde logo adiante fica a Praça dos artistas. Ali além de admirar o trabalho de diversos artistas, produzindo verdadeiras obras de arte ao ar livre, ainda pudemos degustar bons vinhos franceses em um dos muitos restaurantes que existem no entorno na Praça.

4º DIA:

No quarto dia, já estávamos amando Paris e muito familiarizados com as suas ruas charmosas e encantadoras. Vale ressaltar que nos sentimos muito seguros ao passear pela cidade.

Bom, partimos logo cedo para a Opera Garnier. Certamente foi a melhor surpresa da nossa viagem. Tínhamos pesquisado bastante sobre os locais que selecionamos, mas ninguém tinha nos instigado muito a visitar a famosa Ópera Garnier. O lugar é inacreditável de tão majestoso e lindo.  O prédio é muito rico em decoração, com muito mármore, colunas, estátuas e superfícies folheadas a ouro. O salão principal é magnífico, fala-se que o candelabro central desse salão pesa mais de seis toneladas. Nos surpreendeu em tudo!

Extasiados de tanta beleza, nos perdemos um pouco pelas ruas ao entorno da Opera, mas conseguimos chegar na famosa Galeria Printemps, onde descobrimos no seu ático um restaurante chamado Déli com uma vista inacreditável da cidade. Amamos tanto a sensação de almoçar admirando aquela vista (que mais parecia uma obra de arte) que nem avaliamos os preços e decidimos almoçar ali mesmo. Sem dúvidas foi um dos momentos inesquecíveis da viagem, pois reuniu uma comida deliciosa com uma das vistas mais lindas que já vi!

À tarde fomos visitar as tradicionais Galerias Lafayette. Além de marcas renomadas que existem em ambas as Galerias, adoramos o setor de culinária que fica no andar subsolo da Lafayette, nos perdemos em meio a tantas coisas interessantes e encontramos produtos com preços realmente vantajosos, a exemplo do chocolate Lindt, que inclusive, estava mais barato que na Suíça.

Depois de passearmos bastante pelas Galerias, fomos conhecer a famosa Igreja de La Madeleine, a Igreja é linda, mas confesso que acabamos chegando até ela procurando um café que uma amiga nos recomendou, a FAUCHON, onde tomamos um delicioso chá e apreciamos, sem dúvida nenhuma, os melhores doces de Paris! Como um bom amante de “MIL FOLHAS”, digo que a que provei ali é sem dúvidas a melhor que já comi na vida! Voltaria à Paris só por ela!!! kkkk

Para finalizar o dia, visitamos o Jardim Des Tuileries, que fica em frente ao Louvre, e o Petit e Grand Palais, que ficam muito próximos também. Como não tínhamos conseguido visitá-los no primeiro dia em função da chuva, conseguimos tirar belas fotos nesse dia.

E assim foi nossa viagem em Paris!

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