TODA A MAGIA E MISTICISMO DA CHAPADA DIAMANTINA NA BAHIA #Rota20Anos
Prontos para mais um
exuberante destino da nossa road trip espetacular
pelo nordeste brasileiro? Apertem os cintos, pois damos sequência aos nossos
posts especiais em comemoração aos 20 anos de produção da Honda Automóveis
Brasil. Lembrando que nós e mais quatro blogueiros fomos convidados a percorrer
20 destinos nacionais a bordo de um Automóvel Honda, um projeto desenvolvido pela
marca que quer fazer o brasileiro viajar mais! Bóra para o último destino da
viagem? Então vem!
Talvez as duas melhores
palavras para tentar descrever um pouco a Chapada Diamantina, na Bahia, sejam:
misticismo e aventura. É difícil explicar exatamente a sensação que o conjunto
de montes, montanhas e vales, que formam a Chapada, despertam em quem adentra
pela região.
São 24 municípios e um belíssimo Parque Nacional envoltos por uma natureza esplêndida, conferindo uma atmosfera de santuário de paz e contemplação à uma região que tem fama de ser esotérica e encantada. Colocamos o nosso Honda HR-V para rodar pelas estradas de barro e acidentadas da Chapada, para que assim, pudéssemos conhecer os melhores e mais escondidos cantinhos desta região tão preciosa.

* Buscamos explorar os melhores e mais escondidos cantinhos da Chapada e olha o visual durante o percurso

* estradas de barro são bem comuns pelo caminho, mas cada km percorrido vale a pena
O acesso mais
tradicional à Chapada Diamantina, é pela BR-242, rodovia federal de
aproximadamente 425 km que liga Salvador à cidade de Lençóis. Saindo da capital
baiana é possível percorrer 5 horas e meia de carro ou pegar um ônibus. Avião
também é uma opção, porém a oferta de voos é baixíssima, operando apenas 2 voos
semanais. Vale dizer que ainda é possível chegar até a Chapada vindo dos
estados vizinhos, e Aracajú (capital sergipana) está apenas 7 horas de carro do
local.
A cidade de Lençóis é uma das que melhor oferece estrutura para quem deseja explorar a região da Chapada, sendo que possui acesso fácil e estradas pavimentadas, mantendo ligação com os outros municípios “irmãos”. Em uma breve passada pela cidade, é possível se encantar com a sua atmosfera de cidade colonial, boemia e um centrinho Histórico cheio de casinhas coloridas. A estrutura hoteleira do lugar é bem forte e por lá não faltam boas opções de albergues, pousadas, hotéis e campings. Lençóis é pequenininha e, além de ser excelente para explorar a pé, possui boas estradas para que o visitante circule por ela de carro e possa usufruir tudo o que ela tem para oferecer.

* Centrinho de Lençóis e suas casinhas coloridas, por ali você encontra boa variedade de restaurantes, hostels e pousadas
Já uma outra experiência bem diferente de “Chapada” pode ser encontrada no Vale do Capão, um lugar de acesso difícil e muitas vezes pouco cotado pelos visitantes, por ser realmente mais escondido e um pouco longe de passeios mais conhecidos. No Vale do Capão, com acesso praticamente obrigatório de carro, as Pousadas e hostels são mais difundidos e a Pousada Rosa do Ventos é uma opção de hospedagem a ser considerada, por se unir de forma orgânica ao vale, promovendo a integração de forma harmoniosa com a exuberante fauna e flora do lugar.

* Construções mais simples como esta da foto compõe a paisagem do Vale do Capão

* Pequena Vila do Vale do Capão, onde é possível encontrar restaurantes, mercados e hostels
Para comer bem, existem
excelentes opções, tanto no Vale quanto em Lençóis. Na vilinha do Vale do Capão
a pegada é mais alternativa, com muitas opções vegetarianas e veganas, e duas
excelentes indicações são: Ôxe Restô e a Pizzaria Integral Capão Grande, esta
bem famosa pela restrita opção de cardápio (1 sabor salgado e 1 doce), mas
ambos simplesmente deliciosos. Em Lençóis, a variedade de bares e restaurantes
é enorme e uma moqueca saborosa e especial é servida no restaurante Namoranga,
com um preparo de cozinha da família e um tempero forte e típico da Bahia.
As opções de lazer e atividades de aventura na Chapada são tantas, que talvez um mês ainda seja pouco para explorar tudo o que a região tem para oferecer. Diante de uma porção de trilhas, cachoeiras, grutas, e cavernas fica difícil escolher. Para facilitar, vale dizer que uma visita à Fazenda Pratinha, em Iraquara, uma subida no Morro do Pai Inácio, e uma visita à cachoeira da Fumaça (segunda maior do Brasil, com 340 metros de altura) são 3 passeios absolutamente básicos, essências e memoráveis que devem ser curtidos por lá.

* Água cristalina na Fazenda Pratinha, um convite para um mergulho, não é mesmo?

* Gruta/Caverna na Fazenda Pratinha onde é possível fazer um mergulho de superfície

* Cachoeira Angélica, no Vale do Capão
Talvez a dica de ouro, por mais básica que seja, quando se fala em Chapada, é seguir com o HR-V e subir, ao entardecer, no Morro do Pai Inácio. Energia pura!

* vista sensacional no topo do Morro do Pai Inácio

* mais um pouco da vista lá do topo

* não deixe de curtir o entardecer lá do alto, uma vista inesquecível
A Chapada Diamantina é
misteriosa, instigante e vibrante, e sem sombra de dúvidas é um dos locais que
precisa constar na lista de “lugares para se conhecer” da Bahia, e entra fácil
em um top “destinos sensacionais”, do Brasil. Se cair na estrada é bom, cair na
estrada sabendo que o destino final é incrível, é garantia de viagem para ficar
na memória para toda a vida.
Bons motivos para pegar
o carro e explorar a região é o que não faltam, não é mesmo?
Esse post faz parte da
Road Trip #Rota20anos que me levou #DeHondaPeloBrasil.
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